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| Foto: Ricardo Resende - lancealance.blogspot.com.br |
Em uma noite tranquila para a prática do futebol, o CRAC recebeu o Goiás
E.C pela última rodada da primeira fase do Goianão 2014 e empatou em 0 a 0 no
Genervino da Fonseca.
A partida era dramática para o time catalano que não poderia bobear em
casa, pois dependia da vitória ou na pior das hipóteses de combinações de
resultados para permanecer na primeira divisão.
E a segunda hipótese foi a que aconteceu o CRAC não conseguiu vencer,
mas contou com o tropeço do Grêmio Anápolis que perdeu para o Vila Nova, e
principalmente o empate sem gols do Anápolis x com Atlético Goianiense, o que
automaticamente rebaixou o Anápolis para a divisão de acesso.
O jogo
A partida em si foi pobre tecnicamente, com muita briga por retomada de
bola no meio campo e consequentemente, muitos passes errados.
Ao Goiás interessava não perder a partida. O treinador Claudinei
Oliveira teve a oportunidade de ver vários jogadores jogando em uma partida
competitiva que valia pontos.
Para o CRAC, o objetivo foi mudando conforme os resultados de
adversários, mas o principal era não tomar gols.
Com um meio campo muito povoado com Coquinho, Everton, Caio Cezar e
Zotti, o CRAC não deu espaços para o Goiás criar jogadas, da mesma forma que
não conseguia chegar com facilidade a área do Goiás.
Com boa participação do lateral Zada que fazia boas jogadas de linha de
fundo, o CRAC tentava achar Nino Guerreiro que muito bem marcado não teve
chance de finalizar na partida.
Pelo lado do Goiás, o principal jogador do verdão era Carlos Alberto que
incomodava dando muito trabalho aos volantes. Chegou até a ter umas jogadas
mais duras disputadas com o Volante Coquinho que assimilou as provocações e
manteve a calma para não ser expulso.
Usando a experiência, Carlos Alberto protegia muito bem a bola e tentava
armas as jogadas do Goiás e em jogada individual, acertou um chute forte que
Adriano defendeu com segurança.
Na parte final da partida os catalanos já sabendo da vitória parcial do
Vila Nova, e do resultado parcial de empate do Anápolis, começou a administrar
a partida, se retraindo um pouco mais no campo de defesa, atacando só com bolas
longas.
Em uma jogada individual o volante Coquinho, recebeu a bola na
intermediária e acertou um chutaço que tinha endereço certo se não fosse a
intervenção do experiente goleiro Harlei que fez uma grande defesa.
O goleiro do Leão também fez uma grande intervenção em um chute de fora
da área do volante Abuda espalmando para fora.
O CRAC ainda teve um gol mal anulado de Nino Guerreiro
que após cruzamento de Tiago Bastos completou para o gol vazio. O bandeirinha
erroneamente apontou saída de bola e invalidou gol legítimo do Leão do Sul que
se estivesse caído, daria muito problema para o árbitro, pois a bola não saiu e
Nino não estava impedido.
O jogo foi caindo muito o nível dentro de campo, com o CRAC esperando o
final da partida e o Goiás sem se esforçar muito.
O torcedor começou a participar sentindo que o Leão do Sul ia mesmo permanecer
na primeira divisão.
Jogadores começaram a se jogar ao Chão tentado matar o tempo, fazendo a
conhecida cera.
Até o carrinho da maca fez parte da história da partida.
Nos minutos finais, carro maca entrou em campo para transportar um
jogador do Goiás, e quando deixava o gramado, parou no meio do campo, e os
maqueiros alegaram que tinha dado uma panNE. Então jogadores do Goi´s tiveram que empurrar o carrinho para fora do gramado.
Depois da partida o carro maca ficou dando voltinhas no gramado mostrando que a tal pane não era mais do que um popular "migué" para ajudar o CRAC no finalzinho da partida.
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| Foto: lancealance.blogspot.com.br |
Depois da partida o carro maca ficou dando voltinhas no gramado mostrando que a tal pane não era mais do que um popular "migué" para ajudar o CRAC no finalzinho da partida.
Como torcedor digo que valeu e foi até engraçado, mas se olhar por cima
a situação, é uma vergonha isso acontecer no futebol profissional.
Parabéns aos jogadores guerreiros e a
toda a comissão técnica que deram o seu melhor e não permitiram que o Leão do
Sul caísse para a segunda divisão.
Quero saldar a todos dessa diretoria, mas um cara em especial... Helson Barbosa " o CAÇULA", presidente do CRAC que deu a cara para bater, jogou limpo com todos sobre as condições do clube e por um momento se viu sozinho a frente do clube e mesmo assim não abandonou o Leão nesta situação ruim.
Esperamos que o nosso Leão possa se bem no restante da temporada e com muito trabalho possa voltar a ser respeitado no futebol goiano.
O fim de partida foi comemorado como uma grande conquista no estádio Genervino da Fonseca e teve até queima de fogos.
Quero saldar a todos dessa diretoria, mas um cara em especial... Helson Barbosa " o CAÇULA", presidente do CRAC que deu a cara para bater, jogou limpo com todos sobre as condições do clube e por um momento se viu sozinho a frente do clube e mesmo assim não abandonou o Leão nesta situação ruim.
Esperamos que o nosso Leão possa se bem no restante da temporada e com muito trabalho possa voltar a ser respeitado no futebol goiano.
O fim de partida foi comemorado como uma grande conquista no estádio Genervino da Fonseca e teve até queima de fogos.



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