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terça-feira, 18 de março de 2014

APÓS SAÍDA DE PAULO ANDRÉ, BOM SENSO F.C REAPARECE COM ROGÉRIO CENI A FRENTE

Foto: Placar.com
O equilíbrio financeiro dos clubes não é a única reivindicação do Bom Senso F.C. para o futebol brasileiro. No seminário promovido nesta segunda-feira, na capital paulista, o grupo apresentou uma proposta detalhada para o calendário nacional, buscando uma forma de os times pequenos se manterem em atividade durante toda a temporada.
A ideia é a criação da série E no Nacional, que seria disputada por 432 equipes, divididas por regiões. Assim, os times pequenos não teriam grandes gastos com viagens e ainda teriam partidas o ano todo, sendo que 36 garantiriam acesso à série D, que passaria a ser disputada por 144 agremiações, também agrupadas por áreas.
O Bom Senso quer ainda o aumento da série C para 48 equipes, ainda divididas em regiões. Já os campeonatos das séries A e B permaneceriam com o número atual de clubes, mas sendo disputados prioritariamente aos fins de semana, entre fevereiro e dezembro.
Assim, os estaduais precisariam sofrer mudanças, transformando-se em torneios nos formatos de Copas, o que faria com que os times jogassem, no máximo, oito vezes na competição, que seria realizada no meio do ano (na previsão para 2015). Os times presentes nas séries A, B e C do Nacional teriam vagas garantidas em seus respectivos Estaduais, sendo que os participantes da D e da E precisariam ganhar as vagas.
"O Estadual tem todo seu charme e tradição e foi muito importante na história do futebol brasileiro, mas não comporta mais o molde de campeonato e não pode mais gastar três ou quatro meses. Colocam 15 jogos com grandes e depois você pode jogar uma vez só um jogo decisivo. Isso é incabível", afirmou o goleiro Rogério Ceni.
Fonte: Placar.com

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