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quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Volante do Goiás, responde Róbston.

Após treinar em dois turnos nesta terça-feira (26) visando a estreia no final de semana pelo Campeonato Goiano, o volante Patrick diz que está preocupado em jogar futebol, e não deu maior importância às declarações de outro volante, o do Vila, Róbston.
“Falar é fácil. Falar, todo mundo fala. Tem que mostrar dentro de campo. Eu pretendo ajudar a minha equipe. A gente vai entrar em campo, independente de ser Vila Nova ou qualquer outro time, e vai buscar a vitória, só isso”, garante.
O capitão colorado afirmou em entrevista no início da semana que o clube é frequentemente menosprezado pelo Goiás, e atacou afirmando que não conhece jogadores fortes no elenco esmeraldino. Para Patrick, que diz não conhecer nada sobre a equipe rival, a melhor resposta deve ser dada dentro das quatro linhas, e não se incomoda com as declarações de Róbston.
“Eu não acompanho a história do clube. Não estou chateado com nada, até porque quem tem boca fala o que quer, e depois quando as coisas acontecem, tem que arcar com as consequências. Então eu prefiro ficar na minha, trabalhar e fazer o que eu sei fazer que é jogar futebol. Acho que falar antes das coisas acontecerem é complicado. Isso aí vai da cabeça de cada um”, opina.
O clássico deste domingo (31) terá torcida única do Vila, já que o mando de campo pertence ao colorado nesta primeira partida. O volante esmeraldino lamenta a determinação, e acredita que os conflitos entre torcedores deveria ser resolvido pela polícia.
“A festa maior é das torcidas, fora de campo. Se tem um histórico de rivalidade e de brigas, eu acredito que isso cabe à polícia, em vez de banir uma equipe e deixar a outra festejar enquanto dois times jogam dentro de campo num clássico. Esse é o pensamento de todo mundo que gosta de futebol. Num clássico, a gente quer ver duas torcidas”, afirma.
Fonte: Portal 730

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